Itaú-Unibanco, a segunda maior fusão de 2008 O início de 2008 foi um ano marcante para o Fugitivos. O time havia perdido diversos atletas importantes e de peso como Maurão e Ricardinho (Ricardinho, importante; Maurão, de peso). Além disso a sequencia de resultados ruins em diversas finais seguidas estava colocando o time numa posição delicada. Nos bastidores circulava o boato de que outros clubes pretendiam levar grandes nomes como Cuiabá, Hong e Catito. Porém a diretoria dos Reds trabalhou muito bem. Após longo período e intermináveis negociações foi anunciada a parceria com o bi-campeão Guarulhos, com o objetivo de formar um grande elenco que brigaria ainda mais por títulos. Lógico que como em toda grande negociação alguns passivos são incorporados. Humberto, o homem do segundo título do Guarulhos, assinava também. Além disso, Ari vinha para o time um pouco acima do peso. Os trabalhos fortes de condicionamento e entrosamento colocaram Ari entre os melhores do elenco, garantindo vaga no time principal. Humberto ainda precisa mostrar para que veio, mas permance no time pelo bom relacionamento com todos. Em 2009 nova oportunidade será dada ao meia-atacante. Estava montado o time a ser batido no society. Mas após um primeiro semestre de altos e baixos o time chegava ao segundo campeonato do ano desacreditado e muito questionado pela imprensa esportiva. Mas o tempo e os resultados obtidos mostraram que a fusão daria certo. A confirmação veio com o título contra o Pokamarra. E agora todos renderam-se ao futebol pegado e tecnico jogado pelos comandados do prof. Seije. Com certeza é a maior fusão de 2008; maior do que os gigantes Itaú-Unibanco.
Por Henrique Seije (Fugitivos)

Escrito por aaagv às 19h24
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A 30 segundos do final, Fugitivos garante o título A partida final do campeonato de society FGV prometia ser eletrizante. E realmente foi. Fugitivos e Pokamarra fizeram uma partida muito pegada do primeiro ao último minuto, literalmente. As duas melhores equipes durante a fase de classificação queriam provar que mereciam o título. Os dois times já haviam se enfrentado em finais em duas ocasiões. Ambas vencidas pelos Pinks. Mas nesse semestre a história teria um final diferente. Jogando muito focado e com uma ótima disciplina tática, o Fugitivos conseguiu confirmar a vitória nos momentos finais da partida. O Jogo O início da final foi marcado pela polêmica decisão da arbitragem em não permitir que os atletas ficassem na área destinado ao banco de reservas. Os times reclamaram muito com o arbitro, o qual dificilmente apitará uma partida na FGV novamente, porém sua decisão não foi mudada. A partida em si começou muito movimentada. Ambas as equipes tomando iniciativa em busca do gol. Logo aos 10 minutos de jogo o Fugitivos abriu o placar. Após bom contra-ataque puxado por Catito, Morto colocou para o fundo do gol, sozinho, sem marcação. 1x0. O gol fez o Pokamarra acordar. Os Pinks apertavam o Fugitivos, que demonstrava uma excelente marcação, sempre fechando os espaços e não dado abertura nenhuma às tentativas de ataques do time adversário. E foi exatamente essa marcação que fez surgir o segundo gol da partida. Após roubar e trabalhar a bola na defesa, Alezinho recebeu livre, caminhou e bateu pro gol. Contou com o capricho da bola desviar no zagueiro e morrer nas redes de Luisão. 2x0 e festa momentânea dos Reds. Ainda no primeiro tempo o Pokamarra conseguiu reduzir o placar em um momento que o Fugitivos estava com um atleta a menos na quadra. Após uma boa sequencia de defesas de Zé, a bola sobrou livre na entrada da área para a batida de Pit. A bola ainda desviou no meio do caminho e tirou o goleiro da jogada. Muitos dizem que a bola bateu na mão de um atleta do PKM, mas o que valeu mesmo foi a decisão do árbitro. 2x1. Na volta para o segundo tempo o Fugitivos tentou seguir com sua marcação forte e explorar os contra-ataques. O PKM, precisando de dois gols para virar a partida, passou a tomar a iniciativa de atacar o time da casa. O Fugitivos marcava muito, mas abusava das faltas. De tanto insistir veio o segundo gol dos visitantes. Após chute de longa distância, Ari tentou afastar em cima da linha, mas acabou dando a bola no pé do atacante dos Pinks, que não perdoou e empatou a partida. Isso era o que faltava para a final pegar fogo de vez. Os dois times passaram então a arriscar mais. O Fugitivos, mesmo contando com um ótimo elenco na partida final, procurava não trocar muitos atletas, mantendo um padrão de jogo mais definido. O PKM a partir da metade do segundo tempo mostrava-se com um time mais inteiro, já que é composto por atletas mais jovens e em forma. Mas são nessas horas que a experiência e o peso da camisa superam as adversidades. Com o apoio de poucos, mas fanáticos torcedores (pela primeira vez nessa edição) o Fugitivos resistia as investidas dos Pinks. Há 4 minutos do final do jogo a mesa informa as equipes e arbitragem que os Reds estavam pendurados de falta. Não podiam mais cometer faltas, pois a cada nova infração seria apontada a marca do penalty. Isso fez o DT Seije "Ramalho" usar seu pedido de tempo para orientar o time nos minutos finais do jogo. Com o reinicio da partida, o PKM recuou um pouco esperando o Fugitivos para tentar num contra-ataque definir a final. O empate no tempo regulamentar não seria um mal negócio para os visitantes, já que jogariam mais 10 minutos de prorrogação contra um time que não poderia cometer mais faltas. Parecia uma tarefa mais fácil, mas.... Há um minuto do final do jogo em lance de escanteio Thiagão e Hong (Quem falou que as "Torres Gêmeas foram derrubadas?) quase converteram para o Fugitivos. O prêmio para o Reds não podia vir de maneira mais sofrida e vibrante. Há 30 segundos do final os Reds fizeram a bola chegar no pivô Carioca. Carioca, no melhor estilo R. Gaúcho, rolou para Hong que sem marcação teve tempo de arrumar a bola e bater firme. A bola cruzou a quadra e estufou a rede no canto esquerdo de Luisão. Era o gol do desempate. Era o gol do título do Fugitivos. Era o gol que consolidava e que mostrava a força da parceria com os melhores jogadores do Guarulhos. 3x2 e muita comemoração. "Isso era o que estava faltando para coroar este ano de 2008. Tivemos a infelicidade de deixar escapar o título no semestre passado. O parceria com o Guarulhos foi colocada em dúvida. Tivemos contusões de importantes peças do time como Thiagão, que deu a volta por cima e fez uma grande fase final, e do capitão Seije que ainda está no Reffis se recuperando de lesão no ombro. Mesmo assim o elenco estava forte e unido. Fizeram um belo campeonato", desabafou o DT Seije "Ramalho" após a partida. Donatelli por telefone parabenizou o time: "É isso ai galera. Parabéns, estou aqui no México tomando uma tequila para comemorar nosso titulo. Guardem minha medalha!!!". Outro fato marcante da noite foi o batismo da taça. O diretor de futebol dos Reds, Marco Aurélio Renas Dias reuniu os atletas e comissão técnica e, pessoalmente, batizou a taça. Ao ser questionado, o dirigente foi enfatico afirmando que o nome da taça é segredo e apenas o elenco poderia saber. Fica ai interrogação no ar. Será que a taça homenageia algum ex-atleta dos Reds? O Fugitivos, com esse título, assume de vez o segundo lugar no Ranking. Seguido pelo seu co-irmão Guarulhos. Juntos os times já superam a marca de 100 pts no Ranking. Outro dado muito discutido nos bastidores foi a soberania dos Reds a partir de quando começaram a jogar. Computando os pontos do ranking a partir do semestre em que os Reds começaram a jogar, o Fugitivos supera o super-campeão Esquecidos e assume a posição de melhor equipe. Se é válido analisar as equipes assim? Ninguém sabe ao certo. Mas é fato que os Reds continuam tirando o sono de muita gente e continuará tirando (inclusive o Lenci).
Por Heinrique Seije (Fugitivos)
Escrito por aaagv às 19h21
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